“Tanta coisa me assola o pensamento… penso em e sinto em demasia…”
"Sempre pensei e penso que nós como nascemos sozinhos, iremos acabar sozinhos, por muito que se queira companhia, e o Homem sendo o ser social que se aprende na escola como eu aprendi, eu acredito que no meio da sociedade estamos e estaremos sempre sozinhos."
“Por vezes arrependo-me tanto de guardar as coisas para mim, e não deixar transparecer o que estou a sentir no momento, por vezes por receio, de como os que me rodeiam possam reagir. Ou por medo de desiludir..... Ultimamente é por receio de desiludir, de talvez me mostrar um pouco mais frágil do que devia, pois normalmente um homem não se quer frágil, nem sentimental…
E por não querer-me mostrar assim frágil tomei as atitudes que tomei…
Ás vezes reflicto e quero voltar atrás…
Mas o caminho melhor não é voltar atrás…”
“Sinto-me um inútil…
Que estou aqui a fazer?”
“Porque dou valor e quero aquilo que não tenho?”
“Relembro constantemente palavras que me falaram no passado.
As quais eu pensava, que poderiam não ser eternas, mas também não me passava pela cabeça que fossem tão efémeras, tão breves…
Pelo menos elas ainda estão na minha memória, e guardo-as religiosamente, não as quero esquecer por nada deste mundo.
Quero lembrar tudo como se tivesse sido ontem…”
19 de Janeiro de 2006
"Sempre pensei e penso que nós como nascemos sozinhos, iremos acabar sozinhos, por muito que se queira companhia, e o Homem sendo o ser social que se aprende na escola como eu aprendi, eu acredito que no meio da sociedade estamos e estaremos sempre sozinhos."
“Por vezes arrependo-me tanto de guardar as coisas para mim, e não deixar transparecer o que estou a sentir no momento, por vezes por receio, de como os que me rodeiam possam reagir. Ou por medo de desiludir..... Ultimamente é por receio de desiludir, de talvez me mostrar um pouco mais frágil do que devia, pois normalmente um homem não se quer frágil, nem sentimental…
E por não querer-me mostrar assim frágil tomei as atitudes que tomei…
Ás vezes reflicto e quero voltar atrás…
Mas o caminho melhor não é voltar atrás…”
“Sinto-me um inútil…
Que estou aqui a fazer?”
“Porque dou valor e quero aquilo que não tenho?”
“Relembro constantemente palavras que me falaram no passado.
As quais eu pensava, que poderiam não ser eternas, mas também não me passava pela cabeça que fossem tão efémeras, tão breves…
Pelo menos elas ainda estão na minha memória, e guardo-as religiosamente, não as quero esquecer por nada deste mundo.
Quero lembrar tudo como se tivesse sido ontem…”
19 de Janeiro de 2006


2 Comments:
acho que todos nós sejamos homens os mulheres não gostamos de mostrar que tamos fragéis, que precisamos de alguem, que precisamos de apoio, queremos sempre mostrar que somos fortes.
Para mim é me mais facil desabafar c alguem q sei q nao vou ver nos proximos dias, do q c alguem q vou ver no dia a seguir. normalmente os meus amigos so sabem q estive "mal", dp de tar bem, ai ja tou forte e n preciso de nenhuma ajuda, ja consigo encarar tudo e todos com um sorriso...
è claro tb há aqueles q como tu n gostam nem de desabafar com um "estranho" mas cada um é como cada qual, n podemos ser todos iguais, nem teria piada.
Há palavras q nós n queremos msm esquecer, queremos q fiquem cá, ate q apareça outra pessoa e essas palavras deixem de ter significado.
o ser humano é um realmente uma coisinha complicada...
beijinho
Agora estou disposto a fazer tudo, agora a nada fazer; o que me é um prazer neste momento em alguma outra vez me será um esforço. Acontecem em mim mil agitações desarrazoadas e acidentais. Ou o humor melancólico me domina, ou o colérico; e, com a sua autoridade pessoal, neste momento a tristeza predomina em mim, neste momento a alegria. Quando pego em livros, terei captado em determinada passagem qualidades excelentes e que terão tocado a minha alma; quando uma outra vez volto a deparar com ela, por mais que a vire e revire, por mais que a dobre e apalpe, é para mim uma massa desconhecida e informe.
Mesmo nos meus escritos nem sempre reencontro o sentido do meu pensamento anterior: não sei o que quis dizer, e amiúde me esfalfo corrigindo e dando-lhe um novo sentido, por haver perdido o primeiro, que valia mais. Não faço mais que ir e vir: o meu julgamento nem sempre caminha para a frente; ele flutua, vagueia, Como um barquinho frágil surpreendido no vasto mar por uma tempestade violenta (Catulo).
(Michel de Montaigne)
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